
Ação faz parte da Operação Amazonas Sem Fronteira, que combate grupos criminosos envolvidos em roubos e furtos de veículos
– (fotos: Erlon Rodrigues/PC-AM) – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos (DERFV), devolveu, nessa terça-feira (08/07), 32 motocicletas aos seus legítimos proprietários. A ação integra a sétima fase da Operação Amazonas Sem Fronteira, que tem como objetivo desarticular grupos criminosos envolvidos em roubos e furtos de veículos.
As motocicletas foram recuperadas durante ações realizadas em Manacapuru e Coari (a 68 e 363 quilômetros de Manaus), respectivamente.
De acordo com o delegado-geral da PC-AM, Bruno Fraga, com as operações realizadas naqueles municípios, o total de motocicletas apreendidas foi de 43. Ele destacou que o trabalho da DERFV não se limita a investigar e esclarecer crimes, mas também a criar um mapeamento para entender a dinâmica dos criminosos, que roubam e furtam motocicletas na capital e as distribuem para o interior.

O delegado também informou que, até o momento, já foram apreendidas 131 motocicletas neste ano. Ele enfatizou que esse resultado é fruto das denúncias recebidas, o que demonstra a credibilidade da corporação e das demais forças de segurança, já que a colaboração da população é essencial para o sucesso das operações.
Devolução dos veículos
O delegado Rodrigo Barreto, titular da DERFV, explicou que a delegacia tem intensificado o trabalho no interior do Estado. A operação foi realizada em Coari, no mês de abril, e em Manacapuru, em maio. As investigações são conduzidas conforme as informações obtidas, que indicam que as motocicletas são subtraídas em Manaus e, em seguida, levadas para os municípios, onde são identificadas, apreendidas, recuperadas e, finalmente, devolvidas aos proprietários.

O delegado ressaltou que a Operação Amazonas Sem Fronteira terá outras fases, abrangendo locais mais distantes e de difícil acesso, trabalhando para devolver à população um pouco do que a Polícia Civil tem feito em termos de ação social. No ano passado, foram realizadas uma média de duas viagens por mês aos interiores, e este ano a meta é superar esse número.
“Destaco que as pessoas que adquirem essas motocicletas não fazem isso necessariamente de má-fé, muitas vezes são enganadas por estelionatários que adulteram placas, clonam veículos e os vendem como se fossem legítimos. É fundamental que antes de adquirir, se certifiquem da procedência das motos para não se prejudicarem”, concluiu o delegado.
