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Após demissão, vigilantes que prestavam serviço para órgãos públicos cobram pagamento de rescisões

Cerca de 130 vigilantes se concentraram em frente à empresa Amazon Security, no Aleixo, na zona Centro-Sul, onde cobraram o pagamento das indenizações, após as demissões. De acordo com o secretário geral do Sindicato dos Vigilantes do Amazonas (SINDEVAM), Paulo Dora, os vigilantes foram demitidos pelo Governo do Estado, por conta de contenção de despesas na vigilância de órgãos públicos.

O Vigilante Lindeberg Araújo trabalha há 11 anos na profissão. Pai de dois filhos, um deles autista, ele é um dos trabalhadores prejudicados com o atraso no pagamento da indenização, devido ao rompimento do contrato com o Estado. 

Rosemberg Falcão é outro vigilante que também lamenta o atraso do pagamento que, segundo eles, ameaça comprometer as finanças da família. 

A Rede Tiradentes tentou ouvir os diretores da Amazon Security, mas foi informada de que não havia ninguém que pudesse atender.  Em nota, a Amazon Security informou que o Estado ainda não repassou o dinheiro para o pagamento dos vigilantes que prestavam serviços em secretarias e fundações do governo, deixando a empresa impossibilitada de pagar os salários e as rescisões dos vigilantes.

Até o início da tarde desta segunda-feira, a Secretaria Estadual da Fazenda ainda estava com a indenização dos trabalhadores sob análise. 

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