Segundo estimativa do Hemoam, cerca de 300 pacientes fazem tratamento para leucemia, no Estado. “Existem outras doenças que são tratadas com transplante. Não temos precisão de quantas têm indicação formal de transplante, mas, a cada dia, muda e aumenta o leque de patologias. O Brasil começa a fazer transplante de medula para uma doença anêmica hereditária que é a anemia falciforme. Só aqui, no Amazonas, temos 200 pacientes com isso”, ressaltou o diretor-presidente do Hemoam, Nelson Fraiji.
O prédio do Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placenta será construído na sede do Hemoam, localizado na avenida Constantino Nery, no bairro da Chapada, em uma área próxima ao bloco A. O investimento é de R$ 5 milhões e contempla, ainda, a aquisição de equipamentos e capacitação de pessoal. Os recursos são do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e serão gerenciados pela Fundação do Câncer, entidade sem fins lucrativos que viabiliza a aplicação de recursos em tratamento, diagnóstico, programas e projetos de transplante de medula óssea e de sangue de cordão umbilical. A previsão é que a unidade entre em operação em dois anos.
