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Amazonas já tem 600 casos de hanseníase no ano, aponta Fundação Alfredo da Mata

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De acordo com o diretor presidente da Fundação Alfredo da Mata, Doutor Helder Cavalcante, todo ano, cerca de 600 pessoas são diagnosticadas com Hanseníase, no Amazonas.

A dermatologista Walquíria Tupinambá alerta que a Hanseníase é uma doença transmitida por bactérias, que é infecciosa, crônica e que pode ser transmitida.

Apesar da primeira descoberta de Mycobacterium leprae, em 1873, pelo cientista norueguês Dr. Gerhard Armauer Hansen, primeiro a descobrir a causa da lepra, os cientistas ainda não descobriram completamente a forma como a doença se espalha.

A maioria deles acredita que se espalha de pessoa para pessoa, por meio de gotículas respiratórias infectadas, mas embora isso possa ser um modo de transmissão, mais da metade das pessoas que desenvolvem a hanseníase não têm nenhum contato confirmado com uma pessoa infectada.

Nesta quarta-feira (12), a Prefeitura de Manaus lançou na Escola Estadual Roxana Pereira Bonessi, na Colônia Oliveira Machado, zona Sul, a Campanha para Identificação de Hanseníase e Parasitoses, nas escolas públicas.

De acordo com a diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (Sensa), Angélica Tavares, até outubro 218, deve alcançar todas as escolas da rede pública estadual e municipal.

Somente na Escola Roxana Bonessi, 420 alunos que estudam em tempo integral, devem passar pela avaliação preventiva, para a detecção de parasitoses e hanseníase.

A aposentada Maria Almira, que tem uma neta na escola aprova a ação.

De acordo com o secretário municipal da Saúde, Homero de Miranda Leão, a meta da prefeitura é atingir 104 mil alunos, na fixa etária de 5 a 14 anos, até 31 de outubro deste ano.

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