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Alegando prejuízos, camelôs ameaçam voltar para ruas do Centro de Manaus

Os comerciantes atuavam nas Avenidas Sete de Setembro e Eduardo Ribeiro, e na Praça da Matriz. Depois da mudança para os camelódromos provisórios, em fevereiro deste ano, a Cidade ganhou uma nova Eduardo Ribeiro. Agora, reclamando de prejuízos nos locais para onde foram transferidos, eles ameaçam voltar par as ruas do Centro.

Para o camelô Peninha, até mesmo a localização das galerias provisórias é prejudicial às vendas. Segundo o camelô Eider Cavalcante, caso a situação não melhore, eles voltam às ruas.

Os comerciantes reclamam, ainda, da Bolsa Auxílio, no valor de R$ 1.000, oferecida pela prefeitura. Para eles, o valor não atende às necessidades de quem tem família.

A queda nas vendas é visível. Na galeria da Avenida Epaminondas, a movimentação foi pequena, pela manhã. O problema se repete, na Rua Miranda Leão. Poucos clientes aparecem para fazer compras no local. Bem ao lado, as obras da galeria continuam lentamente.

A Secretaria Municipal do Centro, tenta encontrar uma solução para os problemas, com a ajuda dos próprios comerciantes. Segundo o Secretário Municipal do Centro, Glauco Francesco, até uma campanha publicitária e promoções também estão em pauta. Sobre a ameaça de retorno dos camelôs, Glauco Francesco admitiu que as mudanças trariam problemas para os camelôs, mas explicou que a primeira galeria deve ser entregue definitivamente em pouco tempo.

Segundo Glauco Francesco, a galeria Espírito Santo deve abrigar 326 ambulantes. O secretário se colocou a disposição para conversar com eles.

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