Há tempos que a população do município de Parintins (369 quilômetros de Manaus) sofre as consequência de manter um lixão a céu aberto. Mas esse transtorno deve durar até agosto deste ano. Prazo determinado pela Justiça do Amazonas para que a Prefeitura da cidade desative a lixeira e ainda construir um aterro sanitário, segundo o Juiz da 1ª Comarca daquele município Aldrin Rodrigues.
Os principais motivos que levaram à decisão judicial são os prejuízos ao meio ambiente risco de contaminação do lençol freático, mal cheiro, e ainda a concentração de urubus comprometendo a segurança dos pousos e decolagens das aeronaves no aeroporto de Parintins Júlio Belém.
Para os moradores da cidade a desativação da lixeira e um alívio principalmente para quem convivem há anos bem próximo do problema, como a universitária Caroline Soares.
A secretaria de limpeza pública Fabiana Campelo a prefeitura toma medida para desativar o lixão e ainda a construção do aterro na Vila Amazônia. Considerando as compensações ambientais, já que na sede do município não há espaço.
Quando as obras do aterro devem iniciar imediatamente conforme a determinação sobe multa de multa de R$ 600 mil, conforme o Tribunal de Justiça do Amazonas
