14JAN

Reclamação: Mãe reclama de escola particular ao tentar matricular seu filho.

INDIGNAÇÃO – Tenho um filho autista de 8 anos. Essa semana liguei para uma escola particular perto da minha casa, a escola fica na rua Miguel Ribas, Santo Antonio, e perguntei se eles aceitavam crianças especiais e a moça que me atendeu disse que eles aceitavam sim e pediu para irmos na escola conversar melhor a respeito.
Minha mãe foi na escola e foi recebida muito educadamente, ela explicou toda a situação do meu filho, falou de tudo que ele sabia fazer e do que não sabia, falou de suas limitações e a pedagoga da escola pediu para levarmos ele no outro dia que seria feito uma avaliação com ele.
Levamos ele no dia seguinte a escola, a pedagoga o levou para uma sala com a Orientadora para fazer a bendita avaliação. Depois de 5 minutos ela o trouxe de volta e disse que ia reunir com as demais colegas para decidir se o aceitariam ou não.
Voltei a tarde e a Orientadora que fez a avaliação, junto com a pedagoga e uma professora, praticamente condenaram meu filho, nos poucos 5 minutos ela disse que não podiam aceita-lo pois ele não fez nada do que ela tinha pedido, apenas escreveu seu nome e que estava mais interessado nos desenhos de animais da parede. Que eles não tinham profissionais capacitados, que o meu filho era muito grande para ficar com crianças menores. Eu pude ver e sentir o menor interesse que elas demonstraram.
Ainda teve uma moça, que eu acho que era professora, que teve a audácia de dizer que eles não poderiam abrir uma sala só de crianças especiais pois eles não teriam clientela e assim seria uma perda de tempo para a escola.
O mais absurdo eh que em 5 minutos JULGARAM meu filho, em 5 minutos EXCLUIRAM meu filho.
Não estou aqui para crucificar a escola, estou aqui para que não haja preconceito não so com o meu filho, mais com outros pais e crianças especiais que passam pela mesma situação. Eh muito bonito dizer que eh preciso fazer a inclusão, mais como eh possível se as escolas não fazem a menor questão de fazer acontecer essa inclusão.
Tristeza, decepção, indignação, raiva e falta de esperança – são sentimentos de uma mãe que ama demais seu filho e so quer o melhor para ele.

92 comentários para “Reclamação: Mãe reclama de escola particular ao tentar matricular seu filho.

  1. Adriana disse:

    É um absurdo esta situação , é um direito deles estudarem, e não se conhece uma criança autista em 5 minutos. Meu filho tem 6 anos fala muito pouco com estranhos se fossem avaliar ele assim , não saberia que apesar da turma de dele não saber ler, ele sabe , usa o computador como um adulto( usa até o google para procurar os jogos dele). Infelizmente no Brasil é este absurdo, cada ano que passa fica eu e as profissionais que trabalham com ele rezando para pegar uma professora boa, que se interesse pele problema dele e não o discrimine em relação a isto.
    Neste país que quer ser do 1º mundo deixa de lado crianças ditas “normais” que dirá as nossas mais que especiais.

    1. Eliane Mamprim disse:

      É verdade Adriana, meu nome é Eliane Mamprim tenho um filho de 3 anos já diagnosticado com autismo e ele é extremamente nervoso e hiperativo demais, eu sei que não é facil mais se Deus nos deu esses anjinhos iluminados é porque somos as familias especiais escolhidas de Deus, eu de tanto brigar e aprender a abrir a boca e lutar pelos direitos do meu filho, nesse ano de 2015 eu consegui a vaga dela na creche, ele esta em adapitação e tenho fé em Deus que ele vai conseguir, pois entro nos sites e pego detalhes de tudo o que posso a respeito de apostilas de aprendizado, brinquedos e tudo o que possa agradar a ele, na verdade procuro comprar tudo o que esta nas minhas possibilidades pra agradar a ele e ver o brilho nos olhos dele e aquele sorriso lindo.e tambem porque quero viver no mundinho dele, porque esse em que vivemos esta lamentável demais, o preconceito esta demais e a justiça pouca nessa Terra, o negócio é por tudo nas mãos de Deus, levantar a cabeça e correr atrás do prejuízo. um forte abraço que todos nós e nossos anjinhos fiquemos todos na santa paz de Deus nosso Senhor e de seu filho amado e querido Jesus Cristo

      1. Ana Aparecida borges vieira de souza disse:

        Que absurdo, cadê o respeito a diversidade, o respeito, valores, solidariedade. A educação inclusiva implica na formulação de políticas e na reorganização da educação. E os profissionais deve está engajado nesta transformação, ou seja fazer a diferença. Sabemos que a CONSTITUIÇÃO FEDERAL fundamenta na promoção de todos sem preconceitos de origem, de raça, sexo, cor, idade e quaisquer forma de discriminação.

  2. Erika disse:

    Olá,

    Me chamo Erika e também sou mãe de uma criança autista.

    Encontrar um colégio realmente preparado para receber crianças especiais é uma tarefa muito difícil, na realidade nem sei se é possível na nossa cidade.

    Minha filha que hoje tem quatro anos, começou a estudar com 1 ano e 6 meses.

    Na última escola que ela frequentou, desde o início todos ficaram cientes que minha filha é autista. Constantemente minha mãe entregava para as professoras informativos que abordavam o Autismo para que elas pudessem conhecer um pouco mais e assim saber como agir.

    O tempo foi passando…e comecei a perceber que todas as vezes que ia buscar minha filha na escola ela estava longe dos colegas, isolada. Porém, quando me aproximava, a professora corria e tentava camuflar a situação. Muitas vezes conversei e pedi para que a professora pelo menos tentasse colocar a minha filha sentada perto do grupo, mas não adiantou. O mais difícil era ver minha filha nas festinhas onde todas as outras crianças cantavam e participavam, enquanto a minha filha ficava sentada e completamente excluída das atividades.

    Para completar minha decepção, em outubro/2011, flagramos minha filha trancada sozinha dentro de uma sala. Como minha filha não fala, comecei a perguntar de outras crianças e todas disseram que esse era o castigo aplicado aos que se comportavam mal.

    Não tive dúvidas, tirei minha filha do colégio e ao pedir explicações da diretora, muito sem graça ela concordou e ainda sugeriu que eu procurasse uma escola com profissionais capacitados para acompanhar minha filha.

    Diante disto, digo a mãe que iniciou esse tópico, que agradeça a Deus por ter acontecido esse fato. Isso foi um livramento. Se fizeram isso na sua presença, imagina o que poderiam fazer quando você estivesse longe.

    Até mesmo em colégios que divulgam a inclusão, pude ver muito marketing, nada mais…

    Infelizmente essa é a realidade de Manaus.

    1. Juliana Doro disse:

      Boa noite Erika,

      Meu nome é Juliana, sou universitária da faculdade PUC do estado de SP, sei que seua publicação ja aconteceu há mais de dois anos, mas gostaria de conversar se possível sobre a situação lamentável que aconteceu com vc e sua familia.
      Estou fazendo um projeto relacionado a crianças autistas e com sindrome de Down que inicialmente se inicia com pesquisas. O foco do meu projeto é apresentar que o Brasil realmente não esta preparado e nem sequer preocupado com a saúde, educação e inclusão das crianças que tem alguma necessidade especial.
      Eu sei que assim como eu seu dia a dia deve ser muito corrido, mas gostaria de pedir encarecidamente que respondesse esse e-mail e colaborasse em meu projeto que visa a apresentação de uma escola modelo, que realmente seja honesta e digna, que ame e que respeitem as crianças.
      Sei que pode parecer pouco a apresentação de um simples projeto de universidade, mais acredite que para mim esse assunto é muito sério, a ponto de me fazer querer melhorar essa questão.
      Conto com a sua ajuda, apenas com depoimentos sobre esse acontecimento horrível e como foi depois disso? vc conseguiu encontrar outra escola?!

      Desde ja agradeço sua atenção espero que a sua filha tenha encontrado um bom llugar

      Abraços

      1. Fabiane Oliveira Sanchez disse:

        Juliana Doro. Meu filho está perto de diagnóstico de autismo e a escola onde ele estuda também não está querendo aceitar a rematricula dele e sugeriram uma escola especial, exigem um diagnostico que eu não tive ainda. Estou na luta a 2 anos e gostaria de te ajudar e acredito que você também possa me ajudar. Abraços.

      2. maria madalena soares hessel disse:

        eu também estou chocada com o que aconteceu com essa criança, não deram nenhuma chance de conhecer esta criança, foi observado e avaliado por ” cinco minutos ???????” que vergonha !!!!!!!!! não tiveram paciência, determinação, persistência, foco, realmente faltam profissionais nesta área.

        1. ARIADNE NASCIMENTO SANTOS disse:

          meu filho tmbm tem autismo o mesmo tem 09 anos,a escola que ele estudou o anos passo no final do ano dispensou o meu filho dizendo que este ano 2017 nao haveria a 3º serie.Qual nao foi me surpresa ao buscar uma declaraçao para imposto de renda eu soube que estar tento a 3º serie.e a coordenadora me deu uma desculpa sem logica.que os alunos da 3º serie estao juntos com o da 4º serie.isso pode?fico indignada com essa falta de organizaçaõ do sistma educacional, é muita falta de respeito conosco que somos mães e pais de autisma e amamos nosso filho e queremos o melhor pra ele.Porque sabemos o potencial que eles tem.

      3. daniela disse:

        Juliana, se quiser tenho uma lista de escolas e desculpas diferentes em várias regiões de SP…. Estive em 28 escolas! Pasmem… 28 escolas… Se ainda tiver interesse, entre em contato

      4. Regina disse:

        Olá Juliana, acabei de ler suas colocações a respeito do assunto abordado, referente aos autista, fiquei interessada, pois você fala de um projeto voltado para essas crianças, tenho uma filha down com 4 anos, toda e qualquer informação que vc puder me passar será bem vinda. Ela esta em uma escola regular e passa pela Apae da minha cidade, que esta totalmente decadente em todos os sentidos…
        Preciso fazer algo para mudar isso e ajudar os deficientes daqui, são muito carentes e desinformados, se puder me ajudar … Obrigado

      5. Agatha disse:

        Entendo vc, meu filho tem 5 anos, e há um ano recebi o diagnóstico. Sofro muito até hj, a escola dele, até tenta, mas realmente não são capacitados, mais ainda assim eles tentam ajudar o Gabriel. Tenha fé, somos guerreiras, sofremos sim, mas lutamos sempre

  3. Edilaine disse:

    Boa tarde!
    Me chamo Edilaine,tenho um filho de 5 anos diagnosticado com autismo a + ou – 8 meses.
    Moro em São Paulo,onde no ano passdo matriulei meu filho em um colégio que prega a inclusão,o amor de Deus,e que todos apesar de suas diferências somos todos iguais.Porem ao final do ano quando foram abertas as rematriculas,a escola se negou a continuar com meu filho,deram varias disculpas claro que todas dizendo que eram visando o melhor para ele.
    O que merevolta é que na escola tem outras crianças especiais ,inclusive com autismo e apenas meu filho foi vitima desse preconceito.

    1. miriam sato disse:

      atendemos uma escola estadual que está encerrando a sala especial, estamos atendendo em um espaço e recurso próprio, se interessar entre contato.
      através de oficina de artes, tai chi chaun, musicoterapia e supervisão psicológica
      conseguimos realizar um bom trabalho

      miriam

      1. Nadia maciel disse:

        favor me informe quero participar moro aqui em manaus mesmo, 9209-8171, alias é para o meu filho davi 7 anos

      2. Fabiane Oliveira Sanchez disse:

        Ola Mirian gostaria de mais informações sobre o seu trabalho com crianças autistas. Obrigada.

      3. Jorge disse:

        onde fica???

      4. Claudenice Carvalho disse:

        Gostaria de entrar em contato e conhecer seu projeto. Tenho um filho de 8 anos que está com sérias dificuldades na escola e preciso de ajuda.

      5. Soraia disse:

        Qual endereço?

  4. MARIA DE LOURDES disse:

    ISSO E UM A BISURDO ESTOU PASSANDO POR ESTE MESMO PROBLEMA AQUI NO GUARUGA TENHO UM FILHO ESPECIAL E NÃO CONCIGO COLOCAR EM UMA ESCOLA PARTICULAR AS DIRETORA MIM DAR CADA RESPOSTA QUE NÃO TEM NADA A VER VEJO QUE E PURO PRECONCEITO MESMO E AINDA DIZ QUE TENHE INCLUSÃO NÃO SEI QUE INCLUSÃO E ESSA CORTA O MEU CORAÇÃO DE VER MEU FILHO COM O MATERIAL NAS MÃOS PEDINDO PRA IR PARA ESCOLA ISSO MIM DOI DE MAS QUE MUNDO E ESSE MEU DEUS ONDE OS DEFICIENTES NÃO TEM LUGAR ALGUEM TEM QUE FAZER ALGUMA GOISA POR ESSES QUE TAMBEM SÃO GENTE

    1. Nilce Lobo disse:

      Procure o ministério público de sua cidade, eles têm direito sim!

  5. ana disse:

    Oi amiga..
    Meu querido filho de 11 anos é autista.
    Sei muito bem o que sentimos cada vez que pessoas sem o minimo de boa vontade, fazem pouco deles. Moro em São Vicente (SP) e meu filho está sem escola por causa disso. Não consigo achar uma escola que faça inclusão, mas falo da verdadeira inclusão, e não daquela que falam existir, mas que na verdade não existe. Temos que começar a lutar pelos direitos de nossos filhos…Não é possível que ninguém possa fazer nada para nos ajudar…

    1. Dayanne disse:

      Pergunta:

      Recebi uma informação de que as escolas particulares podem negar matrícula para alunos especiais, segunda a deliberação da justiça que diz que a rede particular pode determinar o tipo de clientela a ser atendida em seus programas, enquanto a obrigação de atendimento a todos é da rede pública, por ser governamental, devendo atender a todos.

      Resposta:

      A pessoa com deficiência é cidadã como qualquer outra e seus direitos devem ser respeitados por todos, em todas as situações. As Instituições de ensino devem cumprir com todas as normas gerais da Educação Nacional.

      Conforme o artigo 208 da Constituição Federal, a pessoa com deficiência tem direito de estudar em escolas públicas e particulares. Isso é um direito subjetivo que lhe garante o acesso à pré-escola, ensino fundamental, médio e universitário.

      Caso a Instituição Escolar, seja ela pública ou privada se recusar a aceitar uma pessoa com deficiência, a mesma poderá sofrer ação judicial e instauração de inquérito policial, por constituir crime, conforme estabelece o artigo 8º, I, da lei 7.853/89.

      No artigo 2º desta mesma lei, é estabelecido que o poder público tem obrigação de promover a inclusão da pessoa com deficiência na rede de ensino, pública ou privada e viabilizar os recursos para que isto aconteça, bem como a capacitação dos profissionais da educação.

      Se esses direitos forem recusados é preciso procurar a OAB e denunciar ao Ministério Público Federal.

      Izaira Carvalho Peixoto

      1. Kiê Tiradentes disse:

        Izaira,
        Infelizmente é verdade, pois apesar do Direito a Educação ser uma garantia constitucional fundamental, esta é uma obrigação governamental, logo todas as escolas públicas estão vinculadas. Já o caso das escolas privadas, estas são empresas que apareceram no vaco da deficiência estatal e visam sobretudo o lucro. Não pense que os ótimos professores das escolas privadas são oferecidos pelo simples impulso de tornar nosso povo mais culto, mas sim porque disputam cada migalha do mercado, cada estudante novo que faz a matrícula. Trata-se de uma relação de consumo, regulada pelo CDC e não Constitucional. A CF só será objeto para a rede regular de ensino, sendo direito público subjetivo.

        1. Cristina Pinheiro dos Santos Rocha disse:

          Olá, também tenho um filho com autismo o Allan que hoje está com treze anos, ele ficou na escola pública dos 2 aos 10 anos onde joguei a toalha por não ter um mínimo de apoio da direção e dos profissionais da escola, de vez em quando apareciam estagiarias dispostas a ajudar e reclamavam em off que não tinham o menor apoio da coordenação, eu tinha que ficar na sala com ele , e veladamente ouvia comentários preconceituosos até o dia em que eu soube que a secretaria da educação disponibilizava bolsas para escolas particulares para crianças especiais, foi ai que consegui vaga para ele, algumas pessoas criticam pois acham que ele está
          sendo excluído eu não vejo dessa forma, hoje sim acho que ele está tendo um atendimento escolar digno!

          1. Denise disse:

            Ola cristina, sou mae de uma criança especial que esta com 12 anos e estuda em uma escola municipal, ja tentei de tudo mais eles nao estao nem ai pro processo ensino aprendizagem dela. Ja solicitei uma vez uma bolsa de estudos e eles negaram dizendo que estava dando toda a assistencia necessaria…um absurdo…como vc fez para conseguir a bolsa, qual o procedimento….por favor, me ajude

      2. katia disse:

        Srs
        Acho que nós maes de criancas autistas devemos comecar a exercer nossos direitos . Se a escola nao aceitar , MINISTERIO PUBLICO na hora.
        As criancas especiais tem o direito de estudar em qualquer escola, elas tem q se adequar a nova realidade, se nao , que entrem em outro ramo e pronto.

    2. Paloma disse:

      Bom dia, Ana

      Tem uma escola maravilhosa aí em São Vicente que inclusive tem alunos autistas… com certeza o seu filho será muito bem recebido lá.
      Eu não tenho aqui o telefone, mas vou te passar o nome do colégio e você procura no site…se você conseguir visitar a escola pode falar que fui eu que indiquei ( fale com a Rachel que á a diretora e sócia do colégio)
      COLÉGIO LOBATO – Av: Persio de Queiroz Filho – Catiapõa – São Vicente

  6. ana disse:

    Sou a mesma Ana do comentário acima… se houver interesse em unirmos para lutarmos, entrem em contato .. meu email é annaclaudia.oliver@hotmail.com

  7. Priscila disse:

    Oi amigas tenho um filho de tres anos q foi diagnosticado autista em novembro desde então estou correndo atras das terapias pra melhora dele e graças a Deus a escola q ele esta o acolheu com um carinho imenso ele esta com uma professora muito dedicada q esta ajudando muito nestas 2 semanas de aula ele ja teve uma melhpra incrivel e o mais lindo sao os amiguinhos na escola ajudando ele sei q os desafios sao grandes mas pra nós tem q ser um dia de cada vez nunca desanimar e lutar sempre por eles pois são heranças q Deus colocou em nossas vidas abrço a todas as mais guerreiras q sei q vcs são.

    1. rejane collares disse:

      ESTOU COM DIFICULDADE DE CONSEGUIR ESCOLA PARA A MINHA FILHA AUTISTA DE 34 ANOS EM SANTOS, PRECISO DE ORIENTAÇÃO, ELA ESTA NO SUL E PRECISA VIR PRA. OBRIGADO

      1. Kiê Tiradentes disse:

        Rejane, vá na secretaria de educação do governo e da prefeitura de sua cidade e se informe sobre programas desenvolvidos para portadores de necessidades especiais e sobre as escolas que fazem inclusão. Tenha paciência, pois você irá falar com várias pessoas até conseguir a informação, mas não desista.

  8. Aline disse:

    Olá amigas guerreiras:
    Tenho uma filha de 3 anos que tbm tem autismo,estou passando pela mesma situação sitada.Moro em são vicente e preciso assim como todas vcs, de uma solução para essa situação.Porq percebo que se ouvesse o estimulo certo para nossas riquezas,tudo na vida deles melhoraria 100 porcento.Alguem precisa tomar uma iniciativa,porq é muito revoltante.Q deus nos ilumine e guie nossos passos!!!

  9. Renatta Suse disse:

    Ola mães especiais
    Não tenho um filho especial, mas é como se tivesse vários, pois sou Professora de Apoio à Inclusão, e as vezes me sinto totalmente impotente. Estamos em uma sociedade que se diz interessada em inclusão social, em buscar direitos iguais a todos,mas nos que lidamos com o “problema” de frente sabemos que a realidade é bem diferente. Fala-se muito, muitas propagandas bonitinhas, mas no final é sempre a mesma história, não existe inclusão… É frustrante e revoltante porque sabemos que ninguém está ai pra isso enquanto não se vê ligada a um caso próximo. Mas não desisto, meus alunos só tem a mim muitas vezes, e estou nessa luta(uma vergonha ter que usar essa palavra) nao deveria ser assim, temos uma constituição que diz que todos, e isso quer dizer todos, tem direito iguais, no minimo devemos todos ser respeitados. Que Deus esteja sempre presente em nossas orações para que possamos jamais desistir e achar que tudo é normal.
    Sigamos em frente…

  10. mary disse:

    olá boa tarde,gostaria de comentar que também tive dificuldades em encontrar um escola para meu filho que tambem é autista.Ele tem cinco anos e descobri com dois desde então tento ajuda-lo na maneira que posso.Ele começou a estudar com 2 anos,de lá pra cá ele se desenvolveu muito,mas ainda tem dificuldade na coordenação motora e na falta de atenção para aprender, esse ano ele está no 3 periodo como se fosse uma pré- alfabetização,não sei como será daki pro final do ano se ele não chegar ao mesmo nivel das outras crianças.Gostaria que me ajudassem indicando uma escola propria para crianças autistas,porque acredito que o ensino nessas escolas deva ser diferente de uma escola normal.

    1. Kiê Tiradentes disse:

      Infelizmente não tenho como lhe indicar uma escola para seu filho.
      Mas acho que vc poderia procurar uma mediadora. Vc sabe o que é isso? Uma pessoa que ficará com seu filho na escola e ajudará a passar as etapas da escola.
      Pelo que você fala ele tem condições de ficar em escola normal, mas precisa de ajuda.
      Se você não tem dinheiro para pagar escola, mediadora, fono, psicóloga, t.o., etc…. Na minha opnião ponha uma escola pública e pague uma mediadora, o que as outras crianças estudam na escola nem sempre é o ideal para nossos filhos. Sou a favor de que autistas estudem em escolas pequenas e que realmente tenham vontade de fazer algo por essas crianças. Eles passam 4 horas na escola. É muito tempo. E fazer a fono que trabalhe tanto a linguagem quanto o sensorial é muito importante tbm.
      Espero ter ajudado de alguma forma.
      Um grande bj

      1. Luciana disse:

        Olá Kiê, como é essa história de mediadora???Existe aí em sua cidade? Aq (Santa Catarina) dizemos seegunda professora. Meu filho (q é auitsta e tem 6 anos) tem segunda professora, desde o início (3 anos – no esino infantil), acontece q acabavam mandando estagiárias. Nos 2 úlimos anos teve 2ª prof. formada, mas ñ em educação especial. A formação em educação especial ainda ñ é garantido por Lei (estamos brigando por isso). Mas fono, psic., T.O, td isso nossos filhos tem direito pelo estado. Acontece q nem td mundo sabe disso. Infelizmente as coisas não são como devem ser em tds os lugares. Mais, fiquei curiosa sobre a história da mediadora, se puder dar mais detalhes…

    2. Luciana disse:

      Olá Mary, tbém tenho um filho autista de 6 anos. Moramos em Santa Catarina. O problema aqui ñ é falta de vaga, mas sim professroes despreparados. Mais em resposta ao seu comentário… É um direito do seu filho garantido por Lei estudar no ensino regular, é um dever seu matircular ele no ensino regular. Dê essa oportunidade a seu filho, acredite em seu potencial. A escola de ensino especial é fundamental para o desenvolvimento de nossos filhos, mas acredito q/ deveria ser mesclada com a regular. Bem, essa é minha opinião, e tbém o dilema pelo qual meu marido, meu filho e eu estamos passando. O Estado quer exugar as folhas de pgt tirando os alunos com deficiência da escola especial, e colocando no regular. Porém o regular ainda ñ tem suporte para receber esses alunos. E aí como fica? Ñ pode esetudar no ensino especial, pq segundo o Estado tem codições de ir p/ o regular, no regular ñ há suporte, ou seja, ñ há professores, profissionais preparados p/ isso.
      Querida ñ tenho uma escola p/ te indicar, até por q/ moramos em estados diferentes, mais posso te dizer c/ td segurança, a APAE foi uma parceira, muito do desenvolvimento do meu filho devo a ela. Procure no seu município a APAE, veja se eles têm uma turma de TIDE.Td de bom p/ vc e seu filho!!!!!!!!!!!

  11. Rosa disse:

    Infelizmente Manaus é terra sem lei assim como no Brasil todo,mas Manaus devido acharem que é o fim do mundo é o pior em falta de informações,aqui se trata muito bem filhos de empresários,politico,celebridades locais etc.Resumindo quem paga mais quem têm café no bule como diz o ratinho filho de pobre não têm vez se tú tiveres dinheiro posses e tudo mais o teu filho pode ser o autista de auto graú que ele é tratado bem e aceito pode ser feio que se torna lindo eu só acho que as pessoas têm que pararem de ser hipócrita e abrir os olhos para a atual realidade que é só se ajuda-se os que precisam se houver interesse financeiro se não for isso tudo se torna difícil nesse mundo de troca-troca.Infelizmente o autismo não escolhe suas vitimas e tudo que vimos em filmes,palestras,livros parece ser informações meramente ilustrativas porque na prática a situação é outra,veja no filme uma viagem inesperada que passou na sessão da tarde baseado na vida real as crianças conseguiram com muito esforço mostrar aptidões no que eles faziam de melhor como correr,tocar violão e com isso seguiram em frente acho que como se descreveu ao final do filme esperavam por bolsa de estudo em falcuddade particular.O que devemos fazer é procurar ver o que os nossos filhos mostram de maior interesse e procurar ajuda-los nessas aptidões que vem espônteamente deles mesmo,e também quero eu acreditar que aja união,ajuda e não marketing aquelas pessoas que realmente queram ajudar aqueles que realmente precisem de ajuda nós pais de crianças autista estamos em um só barco procurar preparar nossos filhos para futuro e apesar da classe social,raça,e cor todos são iguais e têm que haver mas união para que ao menos sejam aceitam junto a sociedade limitada.

  12. mary disse:

    Oi Kiê! muito obrigado pela dica, e bom ouvir um pouco de quem já esta nessa luta a mais tempo que eu.bjos

  13. Chris disse:

    Realmente a escola em si não está preparada para inclusão…eu sou mãe de gêmeos e desde ano passado estou no processo de diagnóstico de autismo pros meus filhos..eles começaram a estudar este ano e como professora procuro estar bem próxima da professora deles, dou material, ensino oq ela deve fazer diante dos comportamentos especificos deles, procuro ser auxiliadora e como falo a mesma linguagem de sala de aula, tento ser copreensiva e não me tornar a mãe problema,Como meus filhos não estavam aceitando o livro didático e por isso tinham crises na hora da atividade eu pedi q ela enviass pra casa para que eles se adaptassem ao material e agora eles jah se permitem sentar para começar a fazer alguma atividade,pq sempre teremos que ser este reforço e se a escola não consegue eu faço,o importante sempre será eles romperem seus limites, tento fazer a professora se apaixonar pelo Samuel e Sarah pq no final das contas a diferença vai vir dela, o professor é o canal de socialiação dos nossos filhos se ele se importar pode ter certeza que os aluos se importarão os outros pais tbem..tenho tido bastante resultado com este investimento de conhecimento da professora e ela tem se mostrado interessada…na realidade de hj os professores não são capacitados para isso…Seja um apaixonado pela causa e vc fará os outros se apaixonarem tbem…a luta continua!!!!

  14. Andreza Cristina disse:

    Agora imagina se eles vissem o comportamento do meu filho, o que não iriam dizer? Meu filho tem 6 anos, em ambientes diferentes e fechados ele é super agressivo e estressado, a pouco tempo consegui uma escola especializada para ele, devido ter adoecido ele foi só 2 dias por enquanto, e não foi fácil os poucos minutos q ele ficou na sala de aula… Mais q Deus continue na sua infita graça nos fortalecendo como mães, para cuidar-mos dos nossos filhos e erguemos a cabeça em meio aos desafios q encontraremos, póis se Deus é por nós quem será contra nós! beijos

  15. Andreza Cristina disse:

    Só completando o comentário, o preconceito ainda é muito grande, as pessoas q não tem informação, conhecimento sobre o autismo, acabam nos julgando com criticas q nunca solucionaram os nossos problemas, mais nós pais lutemos e corramos pelos direitos dos nossos amados autistas… A palvra acima infita-infinita só corrigindo…Um grande abraço… Manaus-Am

  16. Patricia disse:

    Bom dia mae!Fiquei indignada com a recudasa da escola diante seu filho!!!
    Vamos conscientizar

  17. Fátima disse:

    Ola, boa tarde, tenho também, um filho de três anos, que tem TGD, esse é o seu primeiro ano na escola, ele ta escola pública, ou seja numa creche, e graças a Deus no início, foi difícil, pois ele não comia, ficava agressivo com as crianças, pois ele não fala, mais to felis pois existe pessoas capacitadas pois sinto que ele é recebido com amor, e cada dia que eu vou busca-lo, a professora me conta todas as novidades. ele ta aprendendo a usar o copo, ta si interagindo mais, apesar de algumas vezes, por não conseguir se expressar bate nos coleguinhas. Mais estou muito satisfeita com as professoras e diretora. Bjjsss a todas, fiquem com Deus!

  18. ANA MARIA disse:

    SEI BEM O QUE A MÃE SENTIU PASSEI POR ISSO A POUCO TEMPO.
    MEU FILHO TEM 15 ANOS E É AUTISTA. SEMPRE ESTUDOU EMBORA ATE AGORA NÃO TENHA APRENDIDO A LER.
    A UM ANO ELE ESTA FORA DA ESCOLA , POIS ACABARAM COM A CLASSE ESPECIAL E NÃO CONSEGUI UM APOIO PARA ELE. INFELIZMENTE NÃO É POSSÍVEL MANTE-LO EM UMA SALA DE AULA COM CRIANÇAS NA IDADE ENTRE 6 E 7 ANOS.
    QUE PAÍS É ESSE QUE OS GOVERNANTES ACABAM COM AS CLASSES ESPECIAS DAS ESCOLAS PÚBLICAS E DEIXAM MILHARES DE CRIANÇAS SEM ESTUDAR.

  19. Elisangela disse:

    Boa tarde!
    Infelizmente deparamos com este tipo de coisa ainda.
    Fico muito triste com ete fato que pude ler aqui como pode ter pessoas com a mente tão fechada.Mas já passei por isto também e sei que nâo é nada fácil de lidar mas sei também que DEUS está com nós e não vamos nos dessamparar.É preciso que tenhamos muita fé com tudo que vem pela frente e eu ainda estou caminhando em relação a este fato.

  20. Querida mãe boa noite,

    Sou de São Paulo e pai de uma criança maravilhosa de 8 anos (Giovanni). Passei pelo mesmo problema seu aos 3 anos e meio, parece que vi uma gravação do que você reportou, mas infelizmente no Brasil, a última coisa que os políticos irão pensar, é no bem estar de nossos filhos, o que interessa são outros objetivos, mas tenha em mente uma coisa: NÃO DESISTA NUNCA, pois no final vocês serão abençoados com certeza. Abraços e meu é-mail encontra-se à disposição, minha página no Facebook também fala sobre dicas interessantes, fique à vontade. Att. Fernando Benincasa

  21. CARLENE MIRANDA disse:

    EU VI TODOS OS COMENTARIOS E FIQUEI MTO EMOCIONADA TENHO UM FILHO AUTISTA DE 4 ANOS E 10 MESES ESTOU COM UM PROBLEMA NA ESCOLA CAMINH0 FELIZ ONDE ELE ESTUDA EM SAO LUIS DO MARANHAO EU FUI OBG A MATRICULAR E VEZES NA SEMANA TERÇA,QUARTA E QUINTA PAGO UMA PESSOA 15O,OO PARA DEIXA-LO DURANTE ESSES DIAS POR MES ELE PULA CADA VEZ QUE OLHA A FARDA MAS AS PROFESSORAS NAO AJUDAM E RECLAMAM QUE ELE SOBE NAS MESAS E QUER ARRANCAR OS DESENHOS DA PAREDE MAS ISSO ELE APRENDOU COM O IRMAO DELE QUE É UMA BENÇAO TEM 2 ANOS E ENSINA ESSAS BOBAGENS É NORMAL

  22. Kethlen disse:

    Eu ja passei por isso em novembro de 2011, quando procurei uma escola muito conhecida em Manaus na zona oeste no bairro vila marinho e a pedagoga sem ver meu filho falou que nao ia aceitar a matricula dele.
    Sai de la arrasada e pensei em procurar um advogado, mas pensei melhor e achei que todo o markenting que eles usam e so para impressionar os pais das crianças ditas normais. E os autistas e outros especias nao tem o direito de serem tratados bem como os demais nesta escola.

    1. Kiê Tiradentes disse:

      Kethlen,

      Lamentável. Espero que vc tenha conseguido matrícula em uma escola especial para seu filho. Eu publiquei uma lista de escolas estaduais que fazem inclusão, caso vc precise entre em contato comigo. bjs.

      1. Silva disse:

        Boa tarde,

        Prezada Kiê, gostaria dessa lista de escolas que voce publicou anteriormente, pois acabo que chegar em Manaus e estou com dificuldade de achar uma escola tanto particular como publica para meu filho de 9 anos.

        Agradeço pela atenção e desde ja parabenizo pela por sua grande ajuda e realização deste site.

        Abraços,

        Silva Costa
        (92) 36810964

        1. Kiê Tiradentes disse:

          Lista de Escolas do Governo que atendem autistas na cidade de Manaus
          Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino

          Departamento de Políticas e Programas Educacionais

          Gerência de Atendimento Educacional Específico

          Escola Estadual de Atendimento Específico Mayara Redman Abdel Aziz

          Centro de Apoio Educacional Específico – CAESP

          Lista de Escolas que atendem autistas:

          1. Escola Estadual Princeza Isabel – 3215 3229
          2. Escola Estadual Itaciara Pinho – 3658 3215
          3. Escola Estadual Francelina Dantas – 3216 2601
          4. Escola Estadual José Bentes Monteiro – 3216 5601
          5. Escola Estadual Diofanto Vieira Monteiro – 32153279
          6. Escola Estadual Manoel Marçal de Araújo -36640657
          7. Escola Estadual Getúlio Vargas – 3216 9055
          8. Escola Estadual Manoel Antônio de Souza – 3216 4120
          9. Escola Estadual Maria de Lourdes Arruda – 3216 2630

          10.Escola Estadual Liberalina Weill – 32164151

          11.Escola Estadual Demostenes Belduc Araújo – 3682 0757

          12.Escola Estadual Raio de Sol –

          13.Escola Estadual Ayrton Senna –

          14.Escola Estadual Sebastião Norões – 3646 8540

          15.Escola de Atendimento Mayara Redman Abdel Aziz – 3642 4312

          OBS: OS ALUNOS INCLUSOS NAS REFERIDAS ESCOLAS FORAM DEVIDAMENTE MATRICULADOS DENTRO DO PERÍODO REGULAR DE MATRÍCULA OFERECIDA PELO ESTADO ( SEDUC).

          OBS: NEM TODA CRIANÇA É CAPAZ DE ESTAR EM UMA SALA REGULAR, OCASIÃO EM QUE DEVEM RECEBER ATENDIMENTO ESPECIALIZADO.

          1. Denise disse:

            Boa tarde Kie,
            vi a sua lista de escolas publicas com crianças inclusas, como vc sitou elas estão incluídas o que não significa que estejam desenvolvendo um bom trabalho. é o caso de minha filha que estuda em uma escola municipal desde os 3 anos e teve pouco evolução no processo ensino pedagógico. Ja recorri ate ao Ministerio publico para que houvesse um melhor acompanhamento, mais tudo o que obtive foram promessas….gostaria de saber o que vc sabe a respeito de escolas particulares…existe alguma que esteja desenvolvendo um bom trabalho nessa area…por favor, me ajude..

  23. Silmara Abreu disse:

    Queridos Pais,
    Sou Pedagoga, Psicopedagoga e mestranda em Distúrbios do Desenvolvimento. Estou na área da educação há mais de 15 anos e atualmente atendo em consultório particular como Psicopedagoga na cidade de São Paulo.
    Bom, sempre me interesso por assuntos que abordam as dificuldades de aprendizagem, as deficiências em qualquer instância e os distúrbios de aprendizagem, além de ser uma profissional que lida com esses assuntos, sou mãe de uma jovem de 17 anos, diagnosticada com distúrbios de aprendizagem sem causa definida, ou seja, uma dificuldade pedagógica, embora esse distúrbio não afete sua vida pessoal, sua vida acadêmica é comprometida. Hoje ela está no ensino médio e confesso que foi e ainda é uma luta árdua que enfrento para que as escolas respeitem as necessidades de minha filha em todos os aspectos, sociais, cognitivos, entre outros.
    A grande questão é: “Será que as escolas estão preparadas para receberem nossos filhos?”
    Diante desta pergunta, que por sinal sempre me incomodava quando tinha que procurar uma escola para a minha filha, cheguei a conclusão de que tanto professores, quanto escolas são vítimas de um sistema governamental que praticamente “jogou” a inclusão para que somente as escolas e sociedade fossem responsáveis em praticá-la, sem ao menos fornecer capacitação aos professores que lidam com nossas crianças todos os dias. É muito fácil implantar uma lei para ser cumprida se eximindo de responsabilidades. Por outro lado, existem profissionais da área da educação que mesmo não tendo um “apoio” do Estado, vão em busca de capacitação e conseguem fazer a diferença, pois se preocupam de fato em como incluir a criança em todos os aspectos. Se olharmos para o nosso país podemos ver claramente que a inclusão não funciona em vários aspectos, desde saneamento básico, alimentação, saúde, etc. Todos estão inclusos no mesmo patamar? Sabemos que isso não acontece, portanto reafirmo que o nosso sistema ainda está num processo de “engatinhamento”, ou seja, devagar, caminhando lentamente para praticar a inclusão. Dentro deste contexto, acredito que nós, mães de filhos que necessitam de um atendimento diferenciado, devemos procurar uma escola que dê fato nos mostre capaz de incluir nossos filhos como dever ser, não só do ponto de vista do direito adquirido, mas do ponto de vista de fato, pois inclusão é olhar o sujeito em todos os aspectos, respeitando seus limites, explorando seus potenciais e fazendo com que ele seja respeitado como um ser que vive em nosso meio, não os vendo como “invisíveis”, pois sabemos que eles estão em todos os lugares. Quanto as escolas, não se sintam prejudicadas, pois se ela não dá conta de incluir seu filho, que corra para se especializar, a tendência é ficar para trás, pois cada vez mais as diferenças estão à nossa volta. Costumo perguntar nas escolas se elas estão a altura de receber a a minha filha, não é minha filha que tem que ser apta para determinada escola, mas sim a escola que tem que ter capacidade de receber alguém que foge do senso comum, da mesmice, do padrão controle. Penso que uma escola que sabe fazer a inclusão, tende a se fortalecer no mercado, pois quem não tiver competência, dificilmente atenderá a demanda que só aumenta cada vez mais.
    Espero ter colaborado com vocês e coloco-me a disposição para quaisquer dúvida ou esclarecimento.
    Um grande abraço,
    Silmara Abreu

    1. Kiê Tiradentes disse:

      Silmara,
      Obrigada por contribuir para este espaço.
      Sempre que quiser colaborar para este espaço com suas experiências estaremos aqui para você também, este é um espaço democrático. bjs

  24. Elisabete M. Ferreira disse:

    Boa tarde, me chamo Elisabete e sou mãe da linda Eduarda de 5 anos(autista).
    Lendo o relato destas mães que tem passado tamanha indignação e tristeza ao tentar dar uma oportunidade para os filhos, não posso deixar de mensionar a Escola Viva em Cotia, que tem tratado da minha pequena com tanto amor e dedicação.
    Com um corpo docente maravilhoso (diretoras e professoras) em especial a Tia Mari um professora muito especial que ama muito a minha filha.
    Dê verdade isso não é um comercial da escola e sim honra a bons profissionais que tão bem tratam os nossos filhos e como posso observar tão escassos no mercado.
    Aqui vai o meu muito obrigado aos colaboradores dessa escola e o meu amparo a cada mãe que teve uma esperiência ruim.
    Força e perceverança a caminhada é dura mais a vitória é garantida.
    Coloco-me a disposição.
    Beijos a todas.

  25. Olá,
    fiquei triste em saber desta situação, sou formada em educação fisica e fiz estagio no colegio Do Carmo em Santos Tinhamos 2 alunos especiais, que eram tratados com muito carinho pela professora Flavia que alem de lecionar lá, incluia os 2 alunos nas aulas de ed. fisica para que eles estivessem junto de outras crianças. No intervalo tambem ela estava presente e nós estagiários também tinhamos esta missão de inclui-los.
    Além desta escola que tive o privilegio de vivenciar esta fase, há também a APAE que tenho uma amiga professora onde tratam com excelencia as crianças. Em suas cidades não tem apae? Já fizeram uma visita?
    é apenas minha opinião diante do comentario triste e desabafo de vocês, boa sorte a todas!!!

  26. suara disse:

    Elas negam a vaga na maior cara de pau quando se fala que a criança tem alg problema isso tem que mudar leis não funcionam.

  27. Mônica Kriunas disse:

    Ola,
    Estou passando pelo mesmo constrangimento.
    Aqui em Goiânia não é muito diferente, pois com muita dor recebi vários “não” na Cara.
    Em algumas escolas até me falaram p levo-la até lá p passar por uma “avaliação”, isso me machucou mais ainda. Fiquei aqui pensando, tadinho do meu filho a vida, a sociedade já rotulam tanto ele, e ainda vou expô-la para passar por isso!! Não, não tive coragem… é aceita ou não aceita!!
    Desculpem, mas to indignada!!

  28. iris disse:

    bom dia, mãe a escola tem razão, dependendo do grau do autismo, a criança tem que estudar em uma escola especializada para autista, com profissionais qualificados e preparados para tal, salvo o comentário infeliz da professora pois ela perdeu a oportunidade de ficar de boca fechada. Mas mãe foi bom não aceitarem seu filho, se eles aceitassem como seria essa educação, vc só iria pagar e ele não desenvolveria, tem escolas ´so para autistas em SP, que o estado paga integralmente, onde a educação é diferenciada é só para eles, uma educação qualificada para om desenvolvimento do seu filho. Eu sei que na hora vc ficou chateada, eu tbem ficaria,m ais pense bem agora de cabeça fria, e vá atrás do que o estado é obrigado a fornecer para a educação especial. Entre com ação no Ministério Público. Um abraço.

  29. Karol disse:

    Bom sou estudante de Pedagogia to 5º período, estou estudando a pouco tempo sobre assunto, me despertei para assunto após conhecer uma criança que possivelmente ele é autista sou simplesmente apaixonada pela criança, não porque ele seja autista, mais porque eu gosto dele, estive em sala de aula com ele ano passado levei pouco mais do que umas 17 mordidas dele, mais daí comecei a observa o comportamento dele sempre sozinho, nunca interagia com as outras crianças não fala nada emite alguns sons com “A”, não atende pelo nome dele, mais se você balança uma chave perto dele ele presta atenção, eu amo brincar com ele, ele não sorrir com ninguém e quando chamo ele pelo nome e peço pra ele pula ele sorrir e pula, ele tem apenas 3 anos e os pais ainda ão aceitam a ideia dele ser um autista, não sou especialistas mais ja estudei ja li tanto sobre o assunto que bate as característica de um autistas hoje lendo relatos sobre varias mães me despertou uma vontade muito grande de trabalha com crianças especiais, tenho apenas 27 anos e ouço muita gente dizer que eu tenho uma paciência enorme, quando na verdade eu descobrir que não faço pedagogia por fazer, e sim porque Deus tem um proposito maior pra mim! E sinceramente amo trabalhar com todos os tipos de criança, porque na verdade pra mim o amor quando é verdadeiro, ele é igual pra todos alguns com mais paciência outros menos, mais a palavra Amar ela vai sempre significar dedicação! Que Deus abençoe todas as mães de autistas pois ela amam 2 vezes a mais seu filhotes porque é um luta árdua contra o preconceito, contra pessoas sem conhecimento algum, e essa junta pedagógica ta longe ser chamados de profissional!

    1. solange disse:

      é muito bom Karol ter pessoas como voce que pensão nos nossos filhos é bem assim do jeito que todas as mães ai estão contando escola é muito dificil de se achar eo preconceito é bem maior ainda porque escola particular quer aluno que tira notas em primeiro lugar para poder dar ibope para a escola enquanto nossos filhos são ignorados parabens por voce pensar assim.

      1. Antonio Alcantara de Oliveira disse:

        Era muito bom se existisse em todo lugar, professores como a Karol e que houvesse escolas especiais tanto para professores que tem amor ao que faz, como para alunos que precisam de atendimentos especiais. Infelizmente a política educacional brasileira é composta por pessoas privilegiadas pela Natureza e seus filhos são saudáveis e podem ir para os melhores colégios pouco estão ligando.

  30. joelma lopes disse:

    gostei muito do que vc falou,o meu filho tem tres anos,estou tendo muita dificuldades para encontra uma escola.

  31. andreia disse:

    sei exatamente como se sente,minha filha tem apenas 3 anos e não quiseram aceitar ela no maternal,mesmo pagando eles alegam que não existe estrutura,indignação total.

  32. Luciane disse:

    Olá também me senti muito revoltada com uma escola perto de minha casa faço questão de dizer o nome dela ESCOLA RAIO DE SOL EM SÃO GONÇALO RIO DE JANEIRO
    Hoje meu filho tem 7 anos e estuda numa escola especial,mas aos 4 ele entrou nessa escola que o traumatizou eles o trancava na sala de aula,com ameaças.
    Indignação total.

  33. joina paloma de oliveira silva disse:

    Tenho um filho de dois anos e sete meses com algumas características do autismo, não temos certeza ainda se ele é autista, sinceramente tenho muita esperança de que não seja, coloquei ele em uma escola á duas semanas na espera da evolução dele junto aos coleguinhas, vamos ver no que vai dar! As caracteristcas são: não falar, não atender ao nome dele, dar pulinhos sacudindo as mãos para espressar emoções, não entender o que agente fala enfim estou observando ainda mais coisas no intuito de ajudá-lo a evoluir. será que ele é autista? tenho medo!!! ah! e ja levamos ao neuropediatra e estamos continuando com consultas ao psicólogo e fazendo exames.

    1. Lúcia disse:

      Joana, às vezes é dificil diagnosticar o grau exato do autismo. Tenho um filho de 5 anos, com espectro de autismo, nasceu com craniostenose (ja feita a cranioplastia) entre outras coisas. Pode ser talvez que o seu, se for o caso, não seja um autismo severo, um neuropsicólogo poderá te ajudar bastante na avaliação. Algumas coisas que se pode observar e que são bem tipicas de crianças autistas: Elas gostam muito de movimentos circulares, inclusive com carrinhos. Não há uma meta ou progressão na brincadeira, apenas o prazer do movimento circular repetido e ficam extremamente compenetrados nessa ¨brincadeira¨. Meu filho vai para escolinha desde os 4 meses de idade (com o tempo fomos observando o atraso e o espectro). No começo tudo legal com as escolas, mas à medida em que os problemas afloravam, a hipocrisia e má vontade dessas escolas tambem. Já troquei ele de escola 4 vezes, todas particulares, nunca desenvolveu nem apresentou nenhum progresso, vivia irritado e tinha altas crises nervosas. Em 2012 decidi que ele ficaria em casa comigo. Não sou formada em nada e estou aprendendo com meu filho como agir.Esse ano que ele ficou em casa, ele saiu das fraldas, começou a falar algumas palavras e a interagir mais, sem contar que percebi uma tranquilidade maior nele, embora ainda tenha crises. Se você me permite dar uma dica, algo que ajudou demais o seu desenvolvimento foi o canal Discovery Kids.
      Este ano, pela primeira vez, ele está indo para uma escola pública, com creche, e aí entramos no assunto inclusão. Inclusão? Palavra bonitinha para justificar o corte, eu disso o CORTE de verbas que era destinado a escolas e classes públicas para crianças especiais. Sai muito mais barato para o municipio, estado, etc… ¨jogar¨as crianças especiais em escolas públicas para reduzir gastos. Há excessões? Claro que há, mas pouquissimas e em geral nem sao excessões atribuidas às instituições e sim aos poucos profissionais que realmente têm boa vontade para com essas crianças.
      Sou contra inclusão, ninguem vai para a escola para se socializar, (embora a convivência com outras crianças é sempre positiva) isso se faz com família, com amigos, em passeios, etc… na escola a criança deve (ou deveria) ter uma formação acadêmica dentro daquilo que suas limitações permitem. Precisamos SIM de escolas especiais para crianças especiais, onde todo os programas, grades e sistemas são voltados para melhorar o dia a dia das crianças e minimizar suas dificuldades. Outra coisa, Inclusão de quem? Com quem? Pelo que percebi até hoje NENHUMA criança especial foi excluida por outras crianças. Em todas essas porcarias de escolinhas que meu filho esteve TODAS as crianças o acolheram muito bem. Os adultos, e entenda-se, professores, diretores, etc.. (excessões à parte) é que precisam urgentemente de um preparo melhor, mais qualificação e uma REFORMA GERAL DA MENTALIDADE. Mães e pais que estão indignados com escolinhas particulares que não querem nossos filhos: Dêem graças a Deus, porque as que aceitam sem serem qualificadas, só estarão interessadas no $$$. Nos primeiros dias é tudo lindo e maravilhoso, mas em pouco tempo vc percebe que seu filho é posto de lado e a única coisa bem vinda é a mensalidade que você paga.

  34. Ana disse:

    Tenho três filhos e o mais novo foi diagnosticado dentro do espectro autista (uma vez que, não se encaixa no autista clássico mas, possui varias características – hoje, pela nova classificacao ele é autista).
    Mais ou menos aos três anos de idade, começamos a notar algumas diferenças comportamentais mas, ele falava (ecolalia, eu não sabia o que isso significava), brincava sozinho e tinha contato visual, embora arredio algumas vezes, tendo a situacao se agravado qnd da creche (chegarei lá).
    Após verificar algumas diferenças de comportamento e buscar sem sucesso uma explicação, viajamos a SP e a Brasília, obtendo um diagnostico, prematuro, de asperger e, por pura intervenção divina, apos alguns anos de busca/luta encontramos o Dr. Salomão que nos encaminhou ao Marcos Mercadanti, tendo este, após varias incursões e testes, diagnosticado meu filho como portador de transtorno multiplex (como já escrevi, ele tinha algumas características do autismo mas, não fechava o conceito clássico e, necessário frisar, tudo isso ocorreu há mais de 10 anos, qnd autismo era algo fora da mídia).
    Chamo atenção para o fato de que o Dr. Marcos acompanhou meu filho por muito tempo (o Dr. Marcos faleceu há alguns anos e era uma das maiores autoridades nessa área comportamental).
    Antes disso, meu filho passou por vários profissionais, fez inúmeros exames e testes, de dislexia a síndrome do X frágil, transtorno do processamento auditivo central e, nada, com exceção do transtorno do processamento auditivo central, para o qual ele fez um longo tratamento.
    Hoje, meu pequeno (quase 1,80 cm), esta com 16 anos, cursa uma escola regular mas, perdeu dois anos (ou ganhou, não sei!).
    Mas, o que gostaria de trazer a vocês é que meu filho passou por diversas escolas e, somente na penúltima q ele estudou, obtive resposta (ele não estuda mais lá, prq já teria q ir para a sede da Constantino Nery e acho muito grande, embora ele conte com uma mediadora).
    Sua primeira escola, foi uma creche conhecida de muitos e de alto padrão financeiro e foi lá que tive a maior de todas as minhas decepções. Como os dois mais velhos eram alunos (a diferença entre meus filhos é de dois anos de um para o outro), coloquei o menor , na mesma idade que os mais velhos haviam ingressado e, com mais ou menos um mês, a dona da creche (que se diz EDUCADORA, marcou uma reunião, para, em resumo, pedir que eu retirasse meu filho da escola, uma vez que ele teria mordido outras crianças, não respondia ao que estava sendo ensinado e, em outras palavras, não estaria apto ao convívio social, devendo ser colocado em uma jaula). Observo que em momento algum, a educadora fez qualquer sugestão de mudança ou acompanhamento, qlqr proposta, salvo a de retirar meu filho da escola. Claro que, imediatamente, retirei meu filho.
    Passado mais de um ano, coloquei em outra escola mas, esta não estava preparada para uma criança especial e o rendimento dele era quase nenhum, razão pela qual, tentei outra escola. Tentativa esta sem sucesso e, diga-se frustrante, uma vez que, chegando a uma grande escola, renomada, cara e com proposta de modernidade, q ia do maternal até o segundo grau, apos, uma avaliação rápida, tive a matricula negada.
    Matriculei meu filho em outra escola e, dps em outra na qual ele ficou por, aproximadamente, dois anos, até que, finalmente encontrei a unica escola q procurou ajuda-lo, onde a prof. Heloísa, psicologa da escola, ofereceu todo o suporte para o desenvolvimento dele, até o oitavo ano, quando não consegui matricula-lo, pois estávamos viajando e perdemos o prazo de matricula, o que nos levou a considerar uma serie de outras coisas, inclusive a mudança do local, já que ele sairia da sede da Paraíba e iria para a da Constantino, que é bem maior.
    – Meu filho foi alfabetizado aos sete anos e, hoje escreve melhor e, de forma mais correta, q muitos q conheço, com limitação apenas para criar estórias, já q n trabalha bem com o abstrato.-
    Atualmente, ele estuda em outra escola, muito menor, temos todo o suporte necessário e ele continua com a mediadora, caminhando dentro do esperado. O transtorno de processamento auditivo foi tratado e, na atualidade, tem grau leve. Como bom adolescente, trabalha muito com o computador, comunica-se bem (dentro de seus limites), fala em namorar mas, como todos nos, tem as suas limitações.
    Limitações pequenas ou grandes, simples ou complexas, todos temos. O q é preciso entender, é q o autismo, embora seja uma síndrome, não impede o convívio social, embora algumas vezes atrapalhe a comunicação, q a reação da criança autista, geralmente, é mais temperamental (em sua maioria, não lidam bem com o não) e que isso não constitui birra ou falta de educação, somente um ponto negativo, perdido em um mar de possibilidades positivas. E, principalmente, q eles sao capazes de viver de forma independente, não interessando se de alto ou baixo rendimento, sendo necessário apenas descobrirmos suas habilidades, já que para eles nada é tão fácil ou tão simples.
    Minha maior frustração diz respeito ao descaso e falta de investimento e assistência por parte do poder publico.
    A criação dessa sede de assistência ao autismo em Manaus, embora inegavelmente um avanço, salvo engano, tem limitação de idade, o q impede o tratamento de adolescentes autistas.
    Outra questao, diz respeito a ausencia das oficinas especializadas q possibilitem descobrir o campo de interesse e maior habilidade de jovens e adultos autistas (dirigidas por profissionais habilitados as oficinas ensinariam a criar jogos de computador, a programar sistemas, artes de marcenaria, pintura etc – em Sao Paulo e outras capitais já existem).
    Tenho certeza, que com o incentivo certo e a descoberta do interesse, a vida profissional deles seria mais facil. Eles sao capazes de fazer qlqr coisa, respeitadas e trabalhadas suas limitações, como as de todos nos (é certo, q tds escolhemos nossas profissões pesando nossas habilidades e inabilidades, prq com eles seria diferente?).
    Li, certa vez, um livro intitulado “O estranho caso do cachorro morto”, que traz a história (fatos reais) de um asperger e, confesso, foi um bálsamo as minhas dores… assim como, assistir ao filme chamado “Meu nome é Kan” ( o qual recomendo a todos).
    Acho q escrevi demais, portanto, espero ter contribuído.
    Fiquem com Deus!

    1. Kelen disse:

      Ana… sou daqui de Manaus e meu filho de 7 anos está atrasado em relação ao aprendizado. Isso foi o q a escola atual descreveu. ele está no 2 ano…saber ler as sílabas básicas pq ano passado a turma era de 8 crianças e a professora foi muito dedicada.
      Mas sei q realmente ele tem muita dificuldade em prestar atenção…aprender… enfim… descofiamos que ele tem autismo leve ou outro distúrbio de desenvolvimento. Estamos indo novamente ao neuro… agora com neuropediatra. E também ele começou a ser acompanhado por um Núcleo de Psicopedagogia da UFAM….lá fazem um acompanhamento e intervenção e isso q estávamos precisando muito tb.
      Enfim.. temo q se for dado algum diagnóstico a atual escola despreze-o….e já estou lendo e vendo a possibilidade de escola que seja mais aberta pra atender crianças como meu e seu filho.
      Acho q sei qual é a escola q vc citou…
      Minha maior dúvida era se você estava pagando uma.mediadora ou já incluiu mensalidade…. que por sinal a mensalidade é bem cara se não me engano.
      Pq se incluir faz toda a diferença tb.
      Bjs

  35. Lúcia disse:

    Gostaria de dar uma dica de um filme antigo, feito nos anos 70 e baseado em fatos. Chama-se Meu Filho, Meu mundo. A história de uma criança com autismo severo, cujos pais desenvolvem um método para penetrar no mundo do filho e para então trazê-lo para fora de seu mundo. É muito interessante e comovente. Esse programa dos pais tem inicio quando o filho tem aproximadamente uns 2 ou 3 anos, se não me falha e eles têm sucesso com o passar do tempo. No final o filho está totalmente recuperado. Talvez seja um pouco dificil encontrar este filme, mas se conseguirem, vale muito à pena. De repente é uma luz e um caminho.

  36. Tatiana disse:

    Meu caso é um pouquinho diferente dos demais depoimentos, tendo em vista a fase em que estamos. Atualmente, o Theo possui apenas um ano e sete meses. Desde o nascimento do Theo notava características diferentes: não queria mamar em mim, não me olhava e não gostava de colo, preferia ficar no berço. Tido como um bebê anjo, haja vista que não dava trabalho, o Theo despertou o pediatra para o autismo já aos 6 meses. Quando relatei como se portava, o pediatra me disse que o autismo deveria ser investigado. Na verdade, achei um pouco de exagero e não dei muita importância. No entanto, o levei no neuropediatra para investigarmos o motivo de sua “microglossia” (língua pequena). A ressonância deu normal e os exames feitos com a otorrinopediatra mostraram que ele era perfeito, no que pese a má-formação da língua. Na consulta de um ano o pediatra voltou a dizer que ele poderia ser autista quando relatei, novamente, atitudes atípicas. Nesta altura, eu já estava estudando sobre esse transtorno e percebia que havia traços deste, pois ele não gosta de lugares com muita gente, barulho, colo, outras crianças, olhar no rosto… e no dia em que constatei que ele ignorava todos os seus brinquedos, reservando-se a apenas rodar as rodas dos carrinhos, tive, no meu íntimo, a certeza de que meu bebê era autista. Além disso, já estava convencida de que ele não se importava comigo. Se eu saía ou chegava do trabalho, não havia choro ou festa. Jamais respondeu a um chamado de seu nome… como se não ouvisse… Com um ano e quatro meses outro neuropediatra indicou uma triagem que foi realizada em uma associação para crianças especiais. Com um ano de meio tive a notícia do diagnóstico. Meu pequeno realmente era autista. Confesso que restava um pouquinho de esperança de que não fosse, mas aquele comunicado não me afetou como afetou meu marido. Eu já estava pronta para a notícia. Ele não, pois se negava a acreditar em algo que até então não possuía laudo. Ele chorou muito mais que eu, pois o que eu tinha para chorar, chorei a partir dos seis meses de vida de meu filho. Então, bola para a frente! Tem um mês que recebi o diagnóstico e já matriculei o Theo na associação para crianças especiais. Estou procurando uma escola regular apropriada para iniciar no mês que vem e ele já está sendo atendido por fono, musicoterapeuta e faz natação. Aliás, quanto à escola regular, estou passando por uma situação chata. Primeiro porque nenhuma até agora está realmente preparada para autistas, tenho que ficar dando aula para diretores, coordenadores e psicólogos e também porque as pessoas se assustam um pouco quando digo que meu filho é autista. Uma coordenadora/psicóloga chegou a me indicar outra escola, sendo que ela mesmo me disse que possuía um autista na escola. Provavelmente não queria outro… Quanto à “microglossia”, estou correndo atrás, indo de profissional em profissional até achar a solução para este problema que pode agravar a dificuldade de comunicação e linguagem que todo autista possui. Embora já tenha uma estereotipia com a mão direita, o Theo não possui um espectro forte autista. O tratamento precoce será decisivo para que possa crescer sem a aparência. Estou bastante otimista e tenho fé de que ele terá uma vida praticamente normal. Futuramente, postarei outro depoimento para dizer como está o desenvolvimento do meu bebê. O importante é ter perseverança e acreditar que em breve meu filho estará atendendo comandos e aceitando as pessoas. De quatro meses para cá ele começou a me abraçar e beijar. Bem rápido, no tempo dele. Mas essa atitude já me enche de esperança.

    1. Fabiane Oliveira Sanchez disse:

      Olá Tatiana, eu gostaria da sua ajuda. Você me parece muito experiente. Meu filho tem três anos e eu estou perto de um diagnóstico de autismo. Pode me indicar escolas ou associações? Estou me sentindo perdida. A escola do meu filho não quer aceita lo….

  37. Paula disse:

    Infelizmente , assim como vc , passei por uma situação destas meu menino na época tinha só 3 aninhos e foi mautratado pela dona da escola por ser diferente , ele ficou la quase 3 semanas , cada vez q ele começava a gritar na sala a dona chegava gritando , pegava ele pelo braço e o levava para uma outra sala de aula onde fosse ela a professora para q ele ñ encomodasse as outras crianças com os gritos dele .Estavamos passando pelos médicos para comprovar o autismo dele na época .O azar daquela criatura é q ela resolveu mautratar o meu filho sem olhar para tras , onde eu estava parada olhando , esse é uma escola particular tbém .nunca mais meu filho pisou la ( bom ela teve alguns problemas com a justiça )mas hoje meu filho tem 7 anos e graças a Deus os professorres dele tem sido muito pacientes e atenciosos com ele .

  38. Fiz uma reclamação no site Reclame Aqui no endereço :
    http://www.reclameaqui.com.br/7057722/nova-escola-valinhos/negativa-de-matricula-por-discriminacao/

    Procurei a Nova Escola situada na Cidade de Valinhos, para fazer a
    matrícula de meu filho para o segundo ano do ensino fundamental haja
    vista a Escola ficar muito próximo da minha Nova residência , o que
    iria facilitar a locomoção.

    Liguei na Escola , fui informada que tinha vaga para o segundo ano do
    fundamental para período integral , agendaram um dia para conhecer o
    espaço físico, informaram que eu deveria agendar um outro dia , pois o
    meu filho deveria fazer um teste para avaliar o nível de conhecimento.

    O teste foi realizado , ao meu entender seria para avaliar o nível de
    aprendizado .

    A Escola ficou de ligar para agendar o dia da Matrícula , aguardei
    mais de 7 dias , sem retorno.
    Devido a demora na resposta , procurei a Escola, não consegui falar
    com a Coordenadora Pedagógica, deixei vários recados , que foram
    ignorados. Após muita insistência de minha parte por ligações e
    e-mail. Ligaram posicionando que meu Filho não havia passado no teste
    , ele foi bem em matemática , mas não foi bem em português , e que eu
    não poderia fazer a Matrícula , pois ele não foi aceito na Escola.

    Pela insatisfação , indignação tristeza etc… , comecei a ir atrás
    dos meus Direitos e do meu filho , uma criança , que tem apenas 6 anos
    de idade . Segundo instruções de meu Advogado , fiz Boletim de
    Ocorrência na Delegacia da Mulher e da Criança da Cidade de Valinhos e
    uma reclamação junto ao Fórum , na Promotoria da Infância de Juventude
    de Valinhos .

    A Promotoria pediu um esclarecimento a Escola, a resposta da mesma foi
    haja vista o período decorrido, a vaga foi preenchida.
    Mais uma vez fiquei indignada com a atitude da Escola , depois da
    recusa da Matrícula devido ao resultado do teste, o qual não tive
    acesso , dar uma informação divergente da que me foi passada
    verbalmente por telefone.

    Solicitei várias vezes por e-mail a recusa do teste, pois é um Direito
    meu ter o resultado por escrito, pois meu filho fez um teste por
    escrito, acredito eu , que a resposta deve ser por escrito, mas a
    Escola se recusou a fornecer . Estranha essa atitude. E mais estranho
    ainda , informar que foi por falta de vaga, se não tinha vaga , porque
    agendou visita a escola ? porque marcou e realizou o teste ? porque
    forneceu relação de documentos para matrícula ? se fosse a simples
    falta de vaga , deveria ter sido informado no primeiro telefonema a
    Escola.

    Acredito eu que a partir do momento que se inicia um processo ref a
    matrícula , esta deve ser reservada até a conclusão do processo.

    A partir da recusa da Matrícula por parte da NOVA ESCOLA , devido ao
    teste aplicado , tive que procurar uma outra opção na Cidade de
    Valinhos .

    O Meu Filho já se encontra matriculado em outra Escola . Nessa Escola
    também foi aplicado o teste , o que não impediu de fazer a Matrícula .

    Poderia ingressar com uma ação Judicial , onde meu Advogado já deu
    100% de ganho, mas meu intuito não é de lucrar com esse lamentável
    fato e sim fazer justiça, evitando que outros casos ocorram , e que
    outras Famílias não passem os mesmo constrangimento , angústia ,
    tristeza .

    Observação :
    O Conselho Nacional de Educação (CNE), após consulta feita pelo
    Ministério Público de São Paulo ao MEC, sobre a aplicação de testes,
    adotada por escolas particulares da capital, na admissão de crianças,
    proibiu a realização dos chamados vestibulinhos para seleção de
    crianças de 1.ª série, no ensino fundamental, e na educação infantil.
    O ministério público levantou a questão de os vestibulinhos ferirem o
    Estatuto da Criança e do Adolescente .

  39. Cláudia disse:

    Lendo os comentários, não tenho como não me reportar à dificuldade que minha irmã teve de encontrar uma escola para matricular o meu sobrinho, de 3 anos. Em algumas, ficaram de dar retorno sobre uma vaga e nunca ligaram para dar uma resposta. Em uma outra a funcionária mostrou todas as crianças que estão dentro do espectro autista que estudavam lá, para justificar que a escola não tinha vaga para ele e não fez nenhuma questão de mostrar a escola e a proposta pedagógica do local. Visitamos pelo menos umas dez escolas e apenas em duas conseguimos vagas para ele.
    Optamos por uma mais perto de nossa casa. Ele começa a estudar na terceira semana de janeiro e o momento, para nós é de apreensão por não sabermos que tipo de atenção ele terá nesta escola, mas também de certeza de que estaremos com ele e não permitiremos que ele sofra qualquer tipo de exclusão.

  40. Maria lins disse:

    Estou passando por isso agora, sou mãe de Bruno Gabriel de 12 anos de idade, meu filho estuda desde de 04 anos de idade, ele é bem esperto, aprende tudo muito rápido e é uma criança socializada, convive bem com outras crianças, e no final do ano passado a escola e hotelzinho que ele ficava,comunicou que não iria mais funcionar, isso já era dia 20 de dezembro e eu trabalho, dia 20 era uma sexta feira, como iria arrumar um hotelzinho para meu filho ate o dia 02 de janeiro de 2014, fiquei louca. Hoje fiquei sabendo que era mentira, era só para meu filho não ficar mais lá, só porque ele tenho uma deficiência. Nos tempos de hoje o preconceito ainda existe.

  41. Venho por meio desta solicitar informações de um colégio credenciado de nome Colégio MetaNew CNPJ 04.531.725/0001-67, com código do MEC 10461, data de publicação como UE (Portaria de criação de escola) 13112002, com sede de ensino R. Tuiuti, 1372, pois em Fevereiro de 2013 matriculamos nossa filha nessa instituição de ensino técnico, para ensino profissionalizante de técnico em Química, fomos informados que o curso teria 18 meses de duração, que tinha que ter ensino médio completo ou estar cursando e terminar antes do término do curso em questão, em momento algum durante o processo de contratação dos serviços nos informarão que o curso exigia horas de estágio e isso seria por nossa conta. No ato da matricula nos foi informado que a escola contava com estrutura de laboratório e EPIs para frequentar as aulas, isso só nos deixou feliz em ver tal cuidado com a forma profissional, mais o que era bom ser tornou pesadelo, após dois(2) semestres, onde foi dito a minha filha que teria que entregar 300 horas de estágio por conta dela em empresas do ramos de Química, isso nos pegou de surpresa mais ainda tínhamos mais 6 meses pela frente, porem em algumas entrevistas para estágio com minha filha os selecionadores informavam que teria que ter mais um ano de curso pela frente isso é uma exigência de toda empresa que contrata estagiário contrato anual. Após essas entrevistas fui conversar com a diretora da instituição e ela me falou que não era isso que o mural estava cheio de vagas, então expliquei a ela que tinha ido com a minha filha Julia em mais de três (3) entrevistas e todas falavam a mesma coisa, ela me falou que iria ver pois tinha outros alunos com dificuldade em estágio também e que a escola iria indicar para aquela semestre uma aluna já forma que não conseguia estágio e que no próximo semestre poderia ser uma outra pessoa da turma na qual minha filha estava. Agora após o término do curso a dona da instituição me disse para procurar meus direitos, porque minha filha não se formou por não entregar horas de estágio, gostaria de uma posição do Ministério da Educação, como pode credenciar uma instituição de ensino a qual faz propaganda de qualificação profissional, onde nós temos que buscar estágio. Aguardo uma posição de como e onde me reportar.

    Sem mais para o momento,

    Rosângela Maria Alves

  42. Venho por meio desta solicitar informações de um colégio credenciado de nome Colégio MetaNew CNPJ 04.531.725/0001-67, com código do MEC 10461, data de publicação como UE (Portaria de criação de escola) 13112002, com sede de ensino R. Tuiuti, 1372, pois em Fevereiro de 2013 matriculamos nossa filha nessa instituição de ensino técnico, para ensino profissionalizante de técnico em Química, fomos informados que o curso teria 18 meses de duração, que tinha que ter ensino médio completo ou estar cursando e terminar antes do término do curso em questão, em momento algum durante o processo de contratação dos serviços nos informarão que o curso exigia horas de estágio e isso seria por nossa conta. No ato da matricula nos foi informado que a escola contava com estrutura de laboratório e EPIs para frequentar as aulas, isso só nos deixou feliz em ver tal cuidado com a forma profissional, mais o que era bom ser tornou pesadelo, após dois(2) semestres, onde foi dito a minha filha que teria que entregar 300 horas de estágio por conta dela em empresas do ramos de Química, isso nos pegou de surpresa mais ainda tínhamos mais 6 meses pela frente, porem em algumas entrevistas para estágio com minha filha os selecionadores informavam que teria que ter mais um ano de curso pela frente isso é uma exigência de toda empresa que contrata estagiário contrato anual. Após essas entrevistas fui conversar com a diretora da instituição e ela me falou que não era isso que o mural estava cheio de vagas, então expliquei a ela que tinha ido com a minha filha Julia em mais de três (3) entrevistas e todas falavam a mesma coisa, ela me falou que iria ver pois tinha outros alunos com dificuldade em estágio também e que a escola iria indicar para aquela semestre uma aluna já forma que não conseguia estágio e que no próximo semestre poderia ser uma outra pessoa da turma na qual minha filha estava. Agora após o término do curso a dona da instituição me disse para procurar meus direitos, porque minha filha não se formou por não entregar horas de estágio, gostaria de uma posição do Ministério da Educação, como pode credenciar uma instituição de ensino a qual faz propaganda de qualificação profissional, onde nós temos que buscar estágio. Aguardo uma posição de como e onde me reportar.

    Sem mais para o momento,

    Rosângela Maria Alves

  43. Francilene disse:

    Realmente é absurdo o que fazem com as criança especiais, minha filha é um criança que tem síndrome de Asperger,estuda em uma escola regular, mas vejo que ela não bem tratada na escola, quando tem alguma apresentação não vejo ninguém da escola convidar minha filha para participar, acho isso um absurdo falam muito da inclusão, mas isso é só mentira, na realidade não acontece eles aceitam nosso filhos amedrontados com multa, mas não porque eles se interessam com inclusão, o Brasil é muito lento na questão da luta pelas a nossa criança !

    1. Ana Claudia disse:

      👏👏👏 concordo com vc estou passando por essa situação tenho 2 especiais

  44. Nivea Costa disse:

    Estou passando exatamente essa situção. Tive que tirar meu filho de 7 anos que estava no Pre I , pois os profissionais demonstraram total falta de preparo para receber meu filho. No anos passado, vieram com esse mesmo discurso de que aceitavam, que havia crianças que estudava lá, ou que já estudaram, e no final das contas, o ingresso do meu filho foi apenas para ganhar mais dinheiro para escola. Agora, estou com receio de matricular meu filho em outra escola, pois não vou aceitar esse discurso de “aceitamos” e acontecer tudo novamente. Quero ter garantias de os profissionais estaram aptos a lidar com meu filho. Quero ter a certeza de que o colégio é capaz tanto na estrutura física como pedagógica para uma educação especial.

  45. Rosangela Benevides disse:

    Venho através deste…manifestar minha indignação com um professora chamada Dayse da biblioteca da escola estadual Dom João Sousa lima localizada na av.Timbiras cidade nova Manaus Amazonas…no dia 16 de abril de 2015 as 10 horas da manhã a minha filha de 8 anos Gabrielle foi orientada pra ficar na biblioteca da escola devido a ausência da professora titular juntamente com a cuidadora…Gabrielle pegou um livro e começou a folhear o livro quando a professora agrediu a aluna tomando o livro e expulsou a aluna e a cuidadora dizendo que ela ia rasgar e riscar o livro e afirmou que ela não deveria p
    frequentar a escola e deveria ficar em casa e que eu a (mãe )estaria perdendo tempo em leva lá a escola….e falou pra cuidadora deveria pegar a cabeça da aluna e bater na parede….estou indignada com esta situação….a pessoa que deveria promover educação e segurança é a primeira a fomentar agressividade….. Rosangela Benevides (92) 99129_8779

  46. Cristina disse:

    Olá mamães!!!
    Publicação um pouco antiga né?! rs Mas não resisti e tive que dar o meu relato.
    Sou Educadora de um creche conveniada com a Prefeitura, não temos estrutura física alguma para atender crianças especias, porém nós atendemos com muito amor e dedicação.
    No ano passado, tive o privilegio de receber uma aluna autista, ela tinha 3 anos e sem diagnostico pois infelizmente sua família não queria aceitar o autismo e simplesmente não foi atrás de nada. Maaaas minha linda equipe de coordenação, procurou a Mãe da criança para uma conversa, insistindo para que ela fosse atrás de médicos para confirmar o diagnostico, felizmente ela foi mas continuou sem aceitar.. Minha aluna era linda, inteligente e bem mais pra frente que as outras crianças da minha turminha, nós demos todo o apoio necessário para ela e a família e a minha aluna terminou o ano com muito progresso, Este ano ela não está mais conosco, e soube por alto que ela está em outra escola, na qual a mãe relatou que ela tinha um comportamento estranho por conta da nossa Creche, ficamos muito triste pois fizemos de tudo para ajuda-la.
    Então mamães não desistam, ainda tem profissionais na área dispostos a ajudar!
    Beijoooos

    1. lucimar camilo dos santos maciel disse:

      Ola mamãe!!

      Apesar destas publicações serem antigas, mas as dificuldades são as mesmas. Trabalho a 23 anos com crianças autistas e DM, não poderia de após ler estes comentários de mães amorosas pelas suas estrelas na terra e fica inercia, sou professora e a cada dia mais apaixonada não apenas em ensina mais em aprender com eles o amor puro e a ser um ser humano melhor, parabéns por Deus ter confiado a vocês uma estrelas tão preciosa para ele.
      Beijos,beijos e beijos LUCIMAR

  47. adriane disse:

    Olá,mas somente com a
    Meu nome é Adriane. Tenho um filho autista de 10 anos. Estamos com planos de morar em Cotia….mas com a condição de ter uma escola bacana com experiência em inclusão. Hoje ele está em uma escola regular montessoriana. É um grupo pequeno, não tenho sentido grandes progressos, vejo boa vontade mas pouca experiência. Se alguém tiver uma dica…agardeço.

    att

  48. fred disse:

    eo banhero nao tem porta

  49. Fernanda Ferreira Serra disse:

    Meu filho se chama Carlos Mario, tem 4 anos e diagnosticado autista. Aos 2 anos e meio chegou o diagnóstico e consegui pela prefeitura escola UMEI – com acompanhamento de monitora. Foi excelente no início, mas no decorrer do tempo surgiram várias dificuldades relacionado ao comportamento e a alimentação do meu filho. As professoras indagaram a não experiência e que as professoras e monitoras iriam fazer cursos. Enquanto isso, todos os dias a diretora ligava e eu saia do trabalho correndo para busca-lo.
    Assim fomos tentando adapta-lo, e diante das circunstâncias fui demitida.
    Um certo dia fui a escola mais cedo para ver a situação, e deparei com o meu filho amarrado em um carrinho de bebê, a professora ficou tão surpresa que quando te tou souta-lo, a correia não desamarrava, eu fiquei paralisada, surpresa e decepcionada. Fiquei ali, naquele momento sem ação é para piorar ele teve que buscar uma faca para cortar a corda do carrinho. Aquilo foi o fim de uma longa caminhada que sabia que iríamos passar! Depois procurei outras escolas, que no caso eram particulares, e 3 das 4 que visitei, falaram que não tinham estruturas para aceitar meu filho e a outra que me restava um pingo de esperança, pediu uma semana de adaptação. Entretanto, meu filho teve que continuar na escola da prefeitura-UMEI GUARANI, pois tive que voltar a trabalhar.
    Mas hj em dia, me esforço para melhorar financeiramente para proporcionar uma escola específica e apta para atende-lo, e enquanto isso sou presente ao maximo e damos muito amor e carinho.
    O que quero dizer é que temos que colocar nossos filhos nas mãos de Deus é orar muito, para que nada é nem pessoas ruim atravessem o caminho deles! Deus nos abençoe e nos fortaleca, pois a desigualdade é muita e o preconceito é maior ainda! Mas não mudaria nada! Sou feliz e sei que todas mães aqui também agradecem todos os dias a existências dos mesmos.
    Amor incondicional! Humanidade leiga! País sem estrutura!

  50. Thaiana disse:

    Boa tarde bom eu tenho uma filha autista tem 6 anos bom minha filha estudou nessa escola que eu vou falar em 2015 e 2016 logo eu matriculei ela nessa escola eu procurei saber antes se eles aceitavam crianças especiais e a diretora e dona da escola disse que sim fez uma avaliação nela e tudo e disse que aceitava matriculei ela aí no ensino maternal porque minha filha não sabe ler e nem escrever .Quando foi esse ano mim pegaram de surpresa 2017 quando fui renovar a matrícula elas me disseram que não tinha mas condições de ficar com minha filha ai eu disse qustionei que elas não podiam negar a matrícula aí elas me disseram que eu tinha que assinar termo caso assim acontece algum acidente com minha filha de ela cair e etc a escola não se resposbizar eu disse logo de imediato não assino termo nenhum .E que eu tinha que pagar um valor a mas do que os outros alunos também não aceite conversar vai e vem aí decido que eu pagasse o valor normal dá matrícula e mensalidade mas não sei se vou continuar com ela nessa escola até o final do ano não apesar que ela está na escola especial a Pestalozzi aqui em salvador .
    É essa escola que eu falei que negou a matrícula dá minha filha Escola sarom fica aqui em salvador bairro fazenda grande do retiro

  51. lenne Araújo disse:

    Ola. Eu tenho uma filha autista ja vai fazer 7 anos e tao difícil nunca consegue um colégio ,sempre eles deixa a gente na espera.todos os colégios q ja fui simplesmente pega o tlf e diz a gente entra em contato. sabe quando isso acontece? nunca .na minha cidade nao temos apoio de medicos pediatricos que se torna mas difícil.

  52. lenne Araújo disse:

    Precisamos brigar mais por nossas crenças …se Deus nos deu filhos assim e pq somos capazes.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *